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"Debaixo e dentro de todas as aparências ou manifestações exteriores, sempre houve uma Realidade Substancial. Esta é a lei."
(Caibalion)

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Correntes Filosóficas

 ★ Existencialismo

É a crença de que o Universo não dá um propósito pré-definido. Em vez disso, nós somos responsáveis por criar nosso próprio significado por meio de escolhas que fazemos e das ações que realizamos. 
Esse tipo de liberdade pode ser assustador e a maioria das pessoas buscam um atalho para sentir que suas vidas importam. Esse atalho é a religião.

O existencialismo se divide em duas vertentes: o ateísta, defendido por Saartre, que nega a existência de Deus; e o cristão, proposto por Kierkegaard, que vê a fé como essencial para a realização humana. Ambos os tipos compartilham o foco na individualidade e autenticidade, mas divergem em suas bases religiosas e implicações para a liberdade e o significado da vida.

Filósofos existencialistas

Entre os filósofos mais proeminentes estão Jean-Paul Sartre, Soren Kierkegaard, Friedrich Nietzche, Martin Heidegger e Gabriel Marcel.. Cada um contribuiu com perspectivas distintas, mas todos compartilhavam o interesse pelo ser humano e pelas questões existenciais.

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( https://brasilescola.uol.com.br - filosofia )

★ Estoicismo

É uma doutrina filosófica fundamentada nas leis da natureza. Para os estoicos, a perfeição humana estava fundamentada na ideia de que os seres humanos estão ligados à natureza. Assim, devem negar seus desejos para a realização de uma vontade guiada pela razão em conformidade com essa natureza.

A escola estoica influenciou o desenvolvimento do Cristianismo a partir do conceito de providência, há uma razão universal divina que regula tudo o que existe. A aceitação dessa providência, para os estoicos, fica a cargo da vontade orientada pela razão e a união do indivíduo com a natureza. Já para a doutrina cristã, dependia a abdicação do pecado e da vida devotada à fé e a ligação do indivíduo com Deus.

Filósofos estoicos

Os principais representantes do estoicismo foram: Cleontes de Assos, Crisipo de Solis, Panécio de Rodes, Posidónio de Apameia, Epiteto, Sêneca, Marco Aurélio.

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Diferença entre Estoicismo e Epicurismo

Essas duas correntes se diferem em alguns aspectos. O Estoicismo, baseado numa ética rigorosa de acordo com as leis da natureza, assegurava que o universo era governado por uma razão universal divina (Logos Divino).
O Epicurismo, fundado pelo filósofo grego Epicuro, possui uma vertente relacionada ao Hedonismo, portanto à busca dos prazeres terrenos, desde a amizade, o amor, o sexo e os bens materiais.

Para os estoicos a alma deveria ser cultivada, enquanto os epicuristas não acreditavam na reencarnação. Por fim, para os estoicos a virtude representava o único bem do homem e o mais importante, enquanto o epicurismo estava apoiado nos prazeres.

★Hedonismo

O Hedonismo consiste em uma doutrina moral em que a busca pelo prazer é o único propósito da vida. Como filosofia, o hedonismo surgiu na Grécia e teve Epicuro e Aristipo de Cirene como alguns dos nomes mais importantes.

O hedonismo determina que o bem supremo, ou seja, o fim último da ação, é o prazer. Neste caso, o prazer significa algo mais que o prazer sensual. Em muitas ocasiões o hedonismo é confundido com o epicurismo. 

O epicurismo tem como um dos objetivos a ausência da dor, e assim o prazer tem um papel mais passivo e o individuo deve renunciar a coisas que possam originar dor e sofrimento. No caso do hedonismo, a busca pelo prazer é aconselhada intensamente, levando também em conta os prazeres sexuais. Epicuro criou o epicurismo visando aperfeiçoar o hedonismo

Hedonismo ético e psicológico

O hedonismo psicológico tem como fundamento a noção que em todas as ações, o ser humano tem a intenção de obter prazer e menos sofrimento. O hedonismo ético tem como princípio o fato de o homem contemplar o prazer e os bens materiais como as coisas mais importantes das suas vidas.

grupo escolar
( significados.com.br/hedonismo )

★Niilismo

Niilismo é uma corrente filosófica que tem como base a ideia de que a vida não possui um sentido objetivo, nem valores ou verdades universais intrínsecos. Derivado latim nihil, significa nada, essa corrente questiona e até mesmo nega as bases já estabelecidas que sustentam a nossa realidade, como crenças, valores e verdades.

Os três nomes fundamentais do niilismo: Friedrich Nietzsche, Arthur Schopenhauer e Emil Cioran. Segundo Nietzsche, o niilismo não era uma doutrina a ser seguida, mas um sintoma da morte dos antigos valores, sobretudo os da religião e da moral vigentes, que por séculos sustentaram o pensamento ocidental.

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Há diferentes tipos de niilismo: o niilismo ativo, o passivo, moral, existencial e político


O niilismo ativo foi proposto por Nietzsche, ele dizia que o niilismo é tanto força destrutiva quanto uma força criadora. Sendo assim, abriu espaço para o que o indivíduo criasse seus próprios significados, assumindo a responsabilidade de viver sem garantias.

Quando Nietzsche declarou "Deus está morto", ele não negou a fé propriamente dita, mas indicou que algo estava desestabilizando o sistema de crenças absolutas da época.

O niilismo passivo se aproxima da filosofia de Schopenhauer, uma vez que ele descreve uma realidade pessimista, na qual o melhor caminho seria a renúncia aos desejos, à vontade e até ao próprio querer viver. Para ele Deus seria indiferente ao bem-estar dos indivíduos, seria uma ilusão metafísica e psicológica.

O niilismo existencial de Emil Cioran, um filósofo francês do século XX, era uma compreensão e aceitação da ausência de sentido. Em vez de soluções, ele trazia, a partir de um humor ácido e uma lucidez dura, o desconforto de se viver em um mundo sem um propósito. Colocava-se confortável no desespero do mundo, fazendo do vazio um lugar para se estar.

O niilismo moral afirma que não existem valores morais objetivos ou universais; o bem e o mal são construções. Tudo é relativo ou construído.

O niilismo político rejeita a legitimidade de instituições políticas, sociais e governamentais. Desconfiança radical em relação a todas as formas de governo ou organização política.

O niilismo esteve presente em várias esferas da sociedade, como na arte e na cultura. Nesses espaços ele refletia a crise dos valores tradicionais e a busca por sentido diante do vazio existencial.














sexta-feira, 31 de julho de 2026

Os Irmãos Karamázov

 Os Irmãos Karamázov é o último e mais complexo romance do escritor russo Fiódor Dostoiévski, publicado em 1880. A história gira em torno do assassinato de Fiódor Karamazov, um pai vulgar, ganancioso e cruel. Os principais suspeitos são seus filhos, cada um representando uma faceta diferente da psicologia e da busca humana por significado.

Os Personagens Principais

  • Dmitri (Mítia): o irmão mais velho. É guiado pela paixão, impulsividade e emoção. Entra em conflito direto com o pai por dinheiro e pelo amor da mesma mulher (Grúchenka).
  • Ivan: o irmão do meio. É o intelectual, racional e cético. Ele questiona a existência de Deus e o sofrimento humano, sendo o autor do famoso poema "O Grande Inquisidor."
  • Aliocha: o irmão caçula. É um noviço no mosteiro, guiado pela fé, bondade e amor ao próximo. Ele atua como pacificador da família.
  • Smerdiakov: o suposto filho ilegítimo de Fiódor, que trabalha como servo na casa. É uma figura ressentida e influenciada pelas ideias niilista de Ivan.

Os Temas da Obra

- O livre-arbítrio e a moral: a premissa de que se eus não existe, tudo é permitido ( atribuída a Ivan).

- Parricídio: o assassinato do pai serve como metáfora para a revolta contra a autoridade, a tradição e o divino.

- Culpa coletiva: a udeia de que "todos somos culpados por tudo e por todos", defendida pelo mentor espiritual de Aliocha, o Zóssima.

- Sofrimento infantil: o dilema de como reconciliar a existência de um Deus bondoso com o sofrimento de crianças inocentes.

* O livro é uma obra-prima da literatura mundial, misturando um enredo de crime misterioso com profundas discussões sobre filosofia, religião e a moral humana...Fiódor Dostoiévski é considerado um dos maiores romancistas e pensadores da história, bem como um dos maiores psicólogos que já existiu. Nasceu em 11.11.1821 (Moscou) - faleceu em 09.02.1881 aos 59 anos de idade.

( Visão geral gerada por IA )

Dostoiévski - Os Irmãos Karamázov: Uma Análise Filosófica  ( Mentes e Maltes )






terça-feira, 13 de janeiro de 2026

O pensamento de Spinoza e sua contribuição na Filosofia

 Baruch Spinoza foi um filósofo cuja teoria era centrada na ideia de única substância (Deus/Natureza). Sua filosofia busca a liberdade através do conhecimento e da compreensão dos afetos, visando uma vida ética e feliz, criticava superstições e dogmas religiosos. Nasceu em Amsterdã: 24.11.1632 e faleceu em Haia: 21.02.1677, aos 44 anos, vítima de tuberculose.

Com trajetória marcada pela emigração da família judia de Portugal, que na época fugia do Tribunal do Santo Ofício (perseguição àqueles que não compartilhavam dos dogmas da Igreja Católica), apresentou desde cedo uma inquietação intelectual acerca do conceito de Deus, além do interesse sofisticado pelos estudos de teologia, línguas, filosofia e política.

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Devido a tais pensamentos  "subversivos" e ao perfil irredutível do pensados, em 27 de julho de 1656, a Sinagoga Portuguesa de Amsterdã determinou que Spinoza sofresse o mais alto grau de punição dentro do judaísmo, o chamado "chérem", equivalente à excomunhão no catolicismo, que o punia pelo crime de ateísmo.

Isolado e excluído da comunidade judaica e com registros da família perseguida pelo movimento católico lusitano, Baruch Spinoza dedicou a sua jornada à formulação de teorias inovadoras. Escolheu uma vida simples, sem propriedades, tendo sobrevivido - segundo boatos - de doações de amigos e do ofício de polir lentes.

- As obras de Baruch Spinoza

  • Tratado da reforma do entendimento (1661) - neste livro inaugural, Spinoza expõe os alicerces do seu pensamento filosófico. A partir de sua própria experiência e existência, o autor constata e declara a condição humana como decepcionante, visto esta ser cercada por dúvidas, incertezas e falsidades.
  •  Princípios da filosofia de Descartes (1663) - a obra representa o esforço de Spinoza em tornar os princípios filosóficos de René Descartes mais acessíveis. Sendo que a doutrina de Descartes passou a considerar a autonomia da razão científica e subjetiva mais relevante do que a autoridade tradicional da crença religiosa, estava em voga na Holanda do século XVII, sendo uma das influências de Spinoza.
  • Tratado Teológico - político (1670) - nesta obra polêmica, Spinoza avalia a relação entre religião e política, colocando-se favorável a uma separação de tais esferas. Ele critica a superstição e o fanatismo religioso, enquanto defende a liberdade de pensamento.
  • Tratado político (1677) / texto incompleto, publicado postumamente - trata-se de uma extensão das ideias de Spinoza sobre política, com uma abordagem mais sistemática e profunda. Embora inacabado, o livro examina os fundamentos da organização política e natureza do poder. Para Spinoza, o bem-estar dos cidadãos deveria ser os objetivos principais de qualquer governo.

- Spinoza e seu conceito de Deus

Ele acreditava no "Deus sive Natura", que o Criador estava imerso e era a própria natureza. Explicou assim a natureza de Deus e suas propriedades: que ele existe necessariamente, que é único, que existe e age exclusivamente pela necessidade de sua natureza, que é causa livre de todas as coisas, que todas as coisas existem em Deus e dele dependem de tal maneira que não podem existir nem ser concebidas sem ele, que enfim, todas as coisas foram predeterminadas por Deus, não certamente pela liberdade de sua vontade, ou seja, por seu absoluto beneplácito, mas por sua natureza absoluta, por sua infinita potência.

Ao contrário do que abordavam as instituições do período, Spinoza retifica a proposta de um universo que se perfectibiliza por meio de uma única substância (Deus), infinita, não dependente de mais nada para existir, além de dotada de diversos atributos.

Em outras palavras, significa que o Deus de Spinoza é aquilo que existe por si só, sem motivações exteriores para se consagrar, da mesma forma que todo o mais existente faz parte e é essencialmente Deus.

Einstein e o Deus de Espinoza - @BritBrachaBrasil


- As contribuições de Spinoza para a Filosofia Moderna


Além de ser considerado um dos expoentes de racionalismo moderno, promoveu uma verdadeira ruptura com as concepções tradicionais de Deus, estado de natureza e da  relação entre a mente e o corpo.

A forma de estruturação de seu pensamento - matemática, geométrica, dedutiva e essencialmente racionalista, possibilitou a pavimentação de um caminho para a chamada filosofia das luzes. Por acreditar em uma composição de ética enquanto o desejo de uma vida guiada pela razão e pela busca da compreensão do mundo, atribuiu ao conhecimento uma das formas mais sublimes de contato com o divino.

A filosofia de Spinoza tem um papel fundamental na elaboração de uma vida com liberdade ética e política, distanciando-se do mundo da superstição, do medo, da alienação e do que é falso.










segunda-feira, 18 de agosto de 2025

As Runas - o caminho da vida


 As runas são um alfabeto mágico sagrado, cuja finalidade é o conhecimento, aprimoramento espiritual e adivinhação do futuro. Em inglês primitivo, significa mistério ou segredo ( to rown = segredar ). Em norueguês antigo, tem origem na palavra "runar"= signo mágico.

Trabalhar com runas é invocar a energia dos deuses e deusas nórdicos. Muitas espadas de seus guerreiros traziam cristais incrustados no punho com runas inscritas, invocando Tyr ( deus da guerra).

Quando se tenta interpretar símbolos, é preciso inteligência. Não pode existir mecanicidade. Quando estamos diante de um símbolo, não estamos apenas observando-o, mas estamos nos confrontando com a totalidade do universo daquele ou daqueles que o criaram. A imaginação e a intuição são auxiliares na compreensão de seu sentido.

As Runas de Odin

Segundo a mitologia, as runas são dádivas dos deuses a Odin, um homem com cabelos grisalhos e longos, magro e alto. Usa sempre uma capa longa e escura e sacrificou um olho ao deus Mimir, para beber do caldeirão da sabedoria ( o caldeirão é um antigo símbolo da Deusa Mãe ).

A órbita de seu olho vazio é ocultada pela aba de um capuz. Apoia-se num cajado. Pousavam em seus ombros dois corvos: Hugim ( o pensamento ) e Munin ( a memória) que o informavam de tudo. Era protegido por dois lobos. Com apenas um olho azul, possuía uma face forte, com linhas duras.

Conta ainda a história, que para obter a sabedoria das runas, pendurou-se na árvore Sagrada do Mundo, Iggdrasil, por 9 dias e 9 noites. Odin passa então a ser o transmissor de conhecimento para o homem. E da mesma forma que sacrificou-se para adquirir a sabedoria da vida e das runas, é um deus justo, cobrando e disciplinando a vida da humanidade.

O Alfabeto Rúnico

É conhecido como Futharks - O antigo futhark germânico tradicional tem 24 letras, a escrita anglo-saxônia tem 28 a 30 letras e a vicking tem 16 letras. Utilizarei aqui o futhark de 24 letras, que foi dividido em 3 grupos: FREY - HAGAL - TYR, mais a rua de Odin

GRUPO DE FREY

 

As primeiras 8 runas do oráculo falam da vida material do buscador, daquele que procura o autoconhecimento. Fala de riqueza, oferendas, viagens, determinação e sabedoria. Frey era um deus do panteão escadinavo, pertencente a uma raça muito antiga de deuses chamada Vanir
  • FEHU - é a runa dos benefícios materiais, da riqueza. Consagrada ao deus Frey, símbolo da fertilidade, da paz e da prosperidade.
  • URUZ - essa runa significa poder, indica ação frente aos acontecimentos. Seja aquele(a) que através do esforço constrói o seu caminho. Se você tem um desafio. Vença-o.
  • THURISAZ - na simbologia, essa runa está associada ao espinho que pode dificultar uma caminhada. Devemos estar atentos para que não nos machuque ou altere nossa jornada.
  • ANSUZ - indica que o caminho a seguir deve ser o da experiência. É a runa que simboliza as comunicações entre os homens e entre deuses e homens. Ouça a sua intuição, converse, troque ideias e informações. O crescimento também é obtido através da troca.
  • RAIDO - para crescer espiritualmente, aprender sobre os mistérios, é preciso também estar ligado ao mundo material. Somente unindo o físico e o espiritual alcançaremos a iluminação.
  • KANO - runa da abertura, indica a autoconfiança, independente de qualquer coisa, mesmo que as experiências passadas não tenham sido satisfatórias. Confiança no triunfo, sucesso e a certeza de desfecho feliz.
  • GEBO - é a runa das oferendas aos deuses e deusas. Ela nos lembra que tudo tem um preço, sempre temos algo a fazer ou a pagar pelos progressos atingidos.
  • WUNJO - é a runa da alegria, indica que os caminhos estão na direção da felicidade e que o riso deve estar nos lábios, afim de contemplar a glória. Ria para a vida, mesmo que o momento imediato não seja para sorrisos.

GRUPO DE HAGAL


Neste grupo de runas, o buscador vai encontrar as forças elementais da natureza.

  • HAGALAZ - essa runa indica um momento de escolha, mudar de estratégia a fim de que você possa se proteger de forma mais eficaz. Não adianta mais insistir em um caminho que não dará mais certo.
  • NAUTHIZ - indica que muitas vezes os infortúnios são inevitáveis e devem ser vividos, lembrando que eles nos tornam mais fortes e capazes de sobreviver diante das adversidades.
  • ISA - nos revela um período de não-ação, uma pausa para a reflexão na busca do Eu interior. É um momento solitário de autoconhecimento.
  • JERA - indica que existe um tempo para que o aprendizado seja completo e satisfatório. Plantar para colher no tempo certo. Semeadura correta para que a colheita seja justa como as leis do Universo.
  • EIHWAZ - é a runa da paciência que nos leva à compreensão de que espírito e matéria são uma coisa só e a morte, portanto, não é uma ameaça. As dificuldades serão evitadas se você for correto em suas ações.
  • PERTH - pura e simplesmente ter a crença em si, a necessidade de acreditar, Perth é luz que chega dos deuses e ilumina os caminhos.
  • ALGIZ -  é a proteção do perigo, é a esperança de que dias melhores virão e de que tudo se transforma em aspectos mais positivos. Busque a força do Sol, seja íntegro e sincero.
  • SOWELU - simboliza o brilho do Sol e energia positiva, indica que está tudo bem. Indício de um período de realizações, recompensa pelo trabalho feito.

GRUPO DE TYR


Nesta etapa, o buscador será conduzido à conquista de sua meta espiritual.  Deus da guerra, Tyr é um deus bravo e virtuoso.
  • TEIWAZ - é a runa de Tyr, deus da guerra, para os wickings essa runa concentrava poderes sobre-humanos. Ela indica uma ação corajosa frente aos problemas.
  • BERKANA - sabedoria é o que ela aponta, nutre os seres humanos para o nascimento, em todos os sentidos. Orienta a criar novas situações, aproveitar o momento fértil pelo qual você está passando.
  • EHWAZ - indica transformações que foram alimentadas por experiências e aprendizado. Progresso lento, mas seguro.
  • MANNAZ - simboliza a humanidade, aquele(a) que busca conhecimento além do plano terreno. Se você quer as coisas conquiste-as, não deixe seus desejos nas mão de outras pessoas, faça você mesmo o que deve ser feito.
  • LAGUZ - indica um desfecho favorável, um final feliz. É a runa do amor, mas não o simples amor entre duas pessoas. É antes de tudo amor próprio, valorização da intuição e do espírito.
  • INGUZ - é hora do recomeço, de sair da escuridão, de revelar-se para uma nova vida.  Inguz indica um período de recompensas. Acredite em você, se valorize, esta é a chave para o sucesso.
  • DAGAZ - você está protegido(a), pense em ações futuras, planeje novas etapas de seu percurso, indicativo de mudança. Não se deixe dominar pelo medo ou pela raiva, aproveite o momento para encontrar novas perspectivas.
  • OTHILA - simboliza os ancestrais, o encontro do sagrado dentre de si mesmo. O importante é priorizar ações benéficas, sem esperar os resultados. Retire do caminho tudo o que for ultrapassado, não se prenda a situações que não sejam boas para você.


Esta runa não traz um símbolo desenhado sobre ela, é chamada de Runa de Odin. Fala do destino, da grande teia da vida em que estamos presos. Indica fim e começo, impulso criativo e destrutivo, mudanças bruscas. Nada está parado, o mundo se movimenta e com ele a força do destino nos envolve e que possamos tecer com sabedoria a nossa própria vida.

Considerações

Conhecendo as runas, você pode acionar seus pedidos ao Universo.  Toda a sabedoria das runas implica na ligação do material e o espiritual. Os símbolos rúnicos quando desenhados, pintados ou visualizados podem atrair um benefício ou uma energia específica.

Escolha, por exemplo, uma pedra que você encontre durante uma caminhada e desenhe nela o símbolo desejado. Carregue-a sempre junto de você como se fosse um talismã sagrado. 

INVOCAÇÂO A ODIN

Odin, protetor do Sol e do Oceano,
defensor da Lua!
Possuidor da sabedoria oculta, Senhor das Hostes das Fadas,
caçador selvagem do céu,
regente do Inferno e encruzilhadas...
Eu (diga seu nome ) o invoco
 e peço sua ajuda na Grande Obra.
Agora busco ( diga sua intenção )
 com seu auxílio
e a sabedoria das runas mágicas
que estão sob a sua proteção.











segunda-feira, 11 de agosto de 2025

Alquimia - história / objetivos / alquimistas


A alquimia pode ser entendida como uma arte antiga que mescla elementos de diversos campos, como a Física, a astrologia, a medicina, o misticismo, a religião, entre outros. Tal arte desenvolveu muitos saberes na busca por seus objetivos, impactando, principalmente, a Química.

Embora historiadores defendam que a Química tenha surgido da alquimia, é válido dizer que a alquimia não foi uma ciência empírica ou uma “pré-química”, considerando sua relação com o misticismo. O alquimista, praticante da arte, acreditava que a realização dos saberes causava a si uma grande evolução espiritual.

História da alquimia

A origem da alquimia é tema de muito debate, pois não há um consenso. Alguns autores defendem que há dois ramos principais: a alquimia chinesa e a alquimia ocidental, a qual englobaria, ao longo do tempo, aquela desenvolvida no Egito, na Mesopotâmia, na Grécia, em Roma, na Índia, em países islâmicos e na Europa. Isso porque a alquimia pode ter se iniciado e desenvolvido de forma independente em diversas áreas do planeta em épocas distintas ou próximas.



Objetivos da alquimia

- a transformação de metais comuns em metais mais “nobres” ou “superiores”, como o ouro;

- produzir um elixir que seria capaz de curar toda e qualquer doença;

- prolongar a vida ativa de um indivíduo ao ponto de que ele se torne imortal.

*Tudo isso com a ideia de que tais práticas tornariam o alquimista espiritualmente curado ou elevado.


 Alquimia e a Pedra Filosofal

A influência árabe na alquimia trouxe consigo a palavra elixir. Segundo os alquimistas, as transmutações dos metais só ocorreriam por intermédio de um elixir. Diversos eram citados nos escritos, mas havia um elixir mestre, conhecido como Pedra Filosofal, que poderia ser utilizado para todo tipo de transmutação.

Os 14 símbolos usados na Alquimia

Alquimia e o elixir da imortalidade

A busca por um elixir que pudesse aumentar a duração da vida, ou até mesmo tornar alguém imortal, foi objetivo de busca de quase todas as escolas alquimistas, como os chineses, os indianos, os egípcios, os gregos e os árabes.

No caso da alquimia indiana, em que havia mescla de misticismo e religião, a manipulação de fluidos derivados de elementos básicos  e mercúrio (considerado sêmen do deus Shiva) poderia produzir elixires que seriam capazes de prover poderes mágicos, como longevidade física e, em casos sucessivos, a transformação do corpo em algo além e distante das limitações da matéria física.

Na alquimia chinesa, havia a preocupação da produção de um elixir ou uma pílula da imortalidade, uma substância que, ao ser ingerida, agiria sobre órgãos essenciais do corpo, alterando-o de modo que o indivíduo seria capaz de viver centenas de anos ou, até mesmo, atingir a imortalidade, e assim se tornar um ser divino.

Principais alquimistas

Teria sido um sábio que viveu no Egito Antigo. Trismegisto significa “três vezes grande”. 

Viveu no Egito Romano e foi considerada uma das maiores alquimistas já existentes. É conhecida pelas suas características inovadoras, como o desenvolvimento do aquecimento conhecido como “banho-maria”.

Viveu entre os séculos III e IV d.C., sendo um sacerdote-artesão egípcio, com uma obra imprescindível para a alquimia antiga. Seus escritos abordavam práticas metalúrgicas.

 Jabir ibn Hayyan (Geber)
 Conhecido pelo seu nome latinizado, Geber, é considerado alquimista árabe e um dos fundadores da farmácia moderna. Nasceu na província de Khorasan, no Irã, em 721 d.C.  A ele são atribuídos centenas de livros de alquimia."

Jabir ibn Sina (Avicena)
Nasceu em 980 d.C., em Bukhara, no atual Uzbequistão.  Destacou-se principalmente com suas obras de medicina, como o Cânone, o qual serviu de base para estudos médicos nas principais universidades europeias por, pelo menos, cinco séculos.

Philippus Aureolus Theophrastus Bombast von Hohenheim (1493-1541) foi um suíço mais conhecido como Paracelso. Polêmico e beberrão, defendia que a alquimia deveria centrar na produção de fármacos, não na transmutação de metais em ouro. Defendia a tese de que veneno se combatia com veneno, por isso, defendia o uso de substâncias tóxicas como mercúrio e arsênio para tratamentos.

Também escrito como Nicolas Flamel, viveu entre 1330 e 1418, e foi proprietário de uma livraria em Paris. Tinha grande paixão pela alquimia e dizia ter conseguido transmutar chumbo em ouro. Entretanto, pelo documento que ele deixou e que foi traduzido posteriormente, não foi possível, pelas instruções de Flamel, transmutar chumbo em ouro. 

Isaac Newton
Um dos cientistas mais importantes da história, Newton também se debruçou sobre a alquimia por muitos anos. Manuscritos seus que vieram a público descrevem a preparação de uma substância que converteria metais em ouro e faria qualquer um jovem novamente, uma clara referência à Pedra Filosofal.

Alquimia na atualidade

Após o período de letargia causado pelo desenvolvimento da Química, o interesse na alquimia ressurgiu no século XIX, com correntes ligadas ao ocultismo e à teosofia, principalmente por meio das figuras de Helen Blawatsky, fundadora da Sociedade Teosófica, e de Albert Poisson e Emile Grillot de Givry, que publicaram diversos livros acerca da história das ciências ocultas, assim como praticaram alquimia material.

No começo do século XX, alguém, sob o pseudônimo Fulcanelli, republicou livros sobre os símbolos alquimistas do século XV presentes em igrejas e castelos. Fulcanelli, ainda, intitulou-se um adepto que, séculos antes, havia conseguido realizar o Opus magnum (uma das formas de se referenciar o processo de produção da Pedra Filosofal) e, assim, adquirido grande longevidade.

Até certo tempo, algumas instituições ligadas à alquimia ainda existiam, como a Orifaber, embora seu site tenha sido descontinuado (orifaber.com). O psiquiatra suíço Carl Jung também se mostrou influenciado pela alquimia, desenvolvendo muitas obras acerca do tema, como Psicologia e alquimia, de 1944.

Curiosidades sobre alquimia

- Os alquimistas foram responsáveis pela criação de diversas técnicas experimentais, entre elas a destilação, a calcinação e o banho-maria.

- Jorge Ben Jor, ícone da MPB, lançou, em 1974, o disco A Tábua Esmeralda, com faixas famosas, como “Os alquimistas estão chegando”. Segundo relatos, ele compôs o álbum após uma visão que teve com Gilberto Gil em uma sala de uma casa de 1400 que funcionava como restaurante. A casa, quando construída, era de propriedade de Nicolau Flamel, famoso alquimista.

- Os alquimistas acreditavam que todos os metais apenas diferiam quanto à composição, assim, metais mais comuns poderiam ser aprimorados a metais nobres.

- Os alquimistas defendiam que os metais eram compostos por três princípios: enxofre, mercúrio e sal. Contudo, não se deve pensar quimicamente, mas em “essência”, como bom e ruim. O mercúrio, por exemplo, seria responsável pelo caráter metálico e pela fusibilidade, enquanto o enxofre estaria ligado à cor e à inflamabilidade. O sal seria a impureza. Assim, o ouro seria a proporção perfeita entre mercúrio e enxofre, com a ausência do sal.

- Durante a Idade Média, os alquimistas, preocupados com charlatões e perseguições, desenvolveram símbolos para se referirem aos seus processos ou princípios. Um exemplo é o do rei e da rainha, que representariam a união entre o enxofre e o mercúrio. A salamandra designava o fogo, e o lobo, o antimônio"


O 4 elementos da Alquimia: Fogo - Ar - Água - Terra






domingo, 20 de julho de 2025

O Idiota - Fiódor Dostoiévski

 

(Canal Roleta do Livro - 3:20)

    Fiódor Dostoiévski foi um famoso escritor russo. Ele nasceu em 11 de novembro de 1821, na cidade de Moscou. Mais tarde, por fazer oposição ao czarismo, cumpriu pena de quatro anos de trabalhos forçados, mas isso não impediu que se tornasse um dos mais importantes escritores de seu tempo.

    O autor faleceu em 09 de fevereiro de 1881, em São Petersburgo. Foi um dos principais escritores realistas da Rússia. Suas obras apresentam profundidade filosófica e recorrem ao monólogo interior para a análise psicológica dos personagens. É o que podemos ver em um de seus livros mais conhecidos, o romance O idiota.

( www.portugues.com.br/literatura/)

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

Gilgamesh - o Semideus

 O Rei de Uruk e Herói da Literatura Antiga



    Na antiga Uruk viveu um rei que era metade deus e metade mortal. Gilgamesh, o soberano da Mesopotâmia cujo nome ecoa há mais de 4 mil anos, que governava Uruk com mãos de ferro, esmagando sob seus pés a liberdade do povo, sua força era lendária, sua arrogância, insuportável. 

    As muralhas que ergueu para proteger a cidade tornaram-se símbolos de sua própria prisão: um homem tão poderoso quanto solitário, temido por todos, amado por ninguém. 

    Até que os deuses designaram Enkidu (um homem selvagem cujo sorriso desarmava feras) para confrontar Gilgamesh.

    Quando os dois se enfrentaram, a terra tremeu. Punhos contra punhos até que no auge da luta os dois riram da situação e naquele momento se tornaram amigos fiéis e juntos enfrentaram monstros, desafiaram a fúria da deusa Ishtar quando ela enviou o Touro Celestial para vingar seu orgulho ferido. 

    Mas por trás da glória das batalhas, Gilgamesh se perguntava: "O que significa ser grande, quando até os heróis são feitos de argila e sonhos?"

    Quando seu amigo e irmão de alma Enkidu tombou diante de uma doença silenciosa, pela primeira vez o rei invencível chorou. Seu luto não era apenas por um amigo, mas por si mesmo - pois na morte de Enkidu, Gilgamesh viu o reflexo de seu próprio fim. 

    Foi então que partiu em uma jornada desesperada em busca da vida eterna, escalando montanhas proibidas e cruzando mares da morte, até receber uma lição: "A imortalidade não está no sangue, e sim nas histórias que deixamos nos corações dos que virão."

    Aquele rei que desafiava deuses, aprendeu a ser humano ao perder tudo. Voltou para Uruk com as mãos vazias, mas o coração cheio. Suas muralhas, outrora símbolo de tirania, tornaram-se testemunhas de um legado que a morte não apaga: a coragem de enfrentar a própria imperfeição. 

    Gilgamesh nos lembra que nossa verdadeira grandeza não está no poder que acumulamos, mas nas pontes que construímos - e nas lágrimas que não temos medo de derramar. 

     Somos imperfeitos, famintos por significados e eternamente em busca de um Enkidu que nos ensine a rir no meio da batalha.

    




Poema Manoel de Barros - O casaco

            Manoel de Barros

Um homem estava anoitecido.

Se sentia por dentro um trapo social.

Igual se, por fora, usasse um casaco rasgado e sujo.

Tentou sair da angústia.

Isto ser:
Ele queria jogar o casaco rasgado e sujo no lixo.
Ele queria amanhecer.



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sábado, 8 de fevereiro de 2025

O Mito de Sísifo

     O mito de Sísifo é uma narrativa bem intrigante da mitologia grega, envolvendo um personagem conhecido tanto por sua astúcia quanto por seu castigo eterno.     

 Sísifo era o rei de Corinto, uma cidade próspera na Grécia Antiga. Filho de Éolo, o deus dos ventos, Sísifo foi um mortal que ousou desafiar os deuses e as regras estabelecidas do Cosmos, utilizando sua inteligência e esperteza para enganar até mesmo entidades divinas.

        Ele era retratado como alguém ambicioso e arrogante, disposto a fazer qualquer coisa para alcançar seus objetivos. Uma de suas façanhas mais notáveis foi enganar a própria Morte (Tânato). 

    De acordo com o mito, quando chegou a hora de sua morte, Sísifo acorrentou Tânato, impedindo-a de cumprir seu papel. Como consequência, ninguém no mundo poderia morrer, resultando em caos e desequilíbrio na ordem natural. Zeus, o rei dos deuses, interveio e libertou Tânato, restaurando a ordem.

    Além disso, Sísifo também enganou Hades ( o rei do submundo), ao escapar do reino dos mortos sob o pretexto de resolver assuntos pendentes no mundo dos vivos. Sua astúcia e desrespeito pelas leis divinas levaram a um confronto inevitável com os deuses, que decidiram puni-lo de maneira exemplar. 

    Seu castigo foi proporcional as suas transgressões contra os deuses e a ordem cósmica. Seu maior erro foi sua hubris, ou seja, a arrogância desmedida de acreditar que poderia enganar os deuses sem sofrer consequências.

    Zeus condenou Sísifo a um castigo eterno no Tártaro ( a região mais profunda do submundo). Lá, ele foi forçado a empurrar uma enorme pedra até o topo de uma colina, apenas para vê-la rolar de volta para a base sempre que estava prestes a alcançar o cume.

     Essa tarefa interminável simboliza a futilidade de suas ações e a inutilidade de tentar desafiar as leis divinas. O castigo foi projetado para ser não apenas físico, mas também psicológico, representando a essência do tormento perpétuo e sem propósito.




    A história de Sísifo é uma representação da luta diária do indivíduo diante das responsabilidades repetitivas, das metas inalcançáveis e do sentimento de vazio existencial.

     A imagem de Sísifo empurrando sua pedra eternamente ilustra as batalhas intermináveis da vida cotidiana, nas quais muitas vezes parece não haver um propósito claro ou uma recompensa tangível. 

    Assim como Sísifo, muitas pessoas se encontram presas em ciclos aparentemente sem fim de atividades que, embora necessárias para a sobrevivência, não oferecem satisfação ou realização. 

    A frase final de Camus na obra - "é preciso imaginar Sísifo feliz" - sugere que, mesmo diante da falta de sentido, é possível encontrar uma forma de realização ao abraçar a própria luta e viver plenamente o momento presente. 

    A essência da vida não reside em suas recompensas finais, mas no esforço constante e na experiência vivida.
( Albert Camus e o Mito de Sísifo )

domingo, 12 de janeiro de 2025

Somos o que Somos

 ♡"Dentro de nós está o poder de nosso consentimento para a saúde e a doença, a riqueza e a pobreza, a liberdade e a escravidão.

Somos nós que controlamos isso, não os outros."♡

( do livro: Ilusões - As Aventuras de um Messias Indeciso - Richard Bach )

    Richard Bach ( 23.06.1936 - EUA), teve como principal ocupação a de piloto reserva da Força Aérea e praticamente todos os seus livros envolvem voo, desde suas primeiras histórias sobre voar em aeronaves até suas últimas, onde o voo é uma complexa metáfora filosófica.

    Bach alcançou enorme sucesso com o livro Fernão Capelo Gaivota. Seus livros defendem sua filosofia de que nossos aparentes limites físicos e mortalidade são meras aparências. A maioria dos livros de Bach é semiautobiográfica, utilizando eventos reais ou fictícios de sua vida para ilustrar sua filosofia.

(Wikipedia)



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♡"O Homem é um Deus enfaixado para viver na individualidade ilusória e temporária, as experiências que se incorporarão ao todo que ele representa aqui na Terra, em suas várias faces."♡
( O livro de Mirdad - Mikhail Naimy )


    Mikhail Naimy  ( 17.10.1889 / 28.02.1988  - Líbano ), foi um poeta, romancista e filósofo libanês, famoso por seus escritos espirituais. Na sua obra O livro de Mirdad  publicado pela primeira vez em 1948, Naimy  desenvolve sua mensagem espiritual de maneira notável que é traduzido em quase todas as principais línguas orientais e ocidentais.

    Ele escreveu quase 53 obras de diversos gêneros, sempre de modo admirável, conseguiu unificar um realismo passageiro com uma elevada espiritualidade. Em sua lápide está gravada uma citação de seu livro Solilóquio ao pôr-do-sol: Sou tua criança, ó Senhor, e esta terra bela, rica e abundante, em cujo seio me puseste para dormir, é somente o berço de onde engatinho para ti.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2024

Bruxa poderosa

Bruxinha e seu caldeirão

 

"Bruxa poderosa, sábia guerreira. Mexe em seu caldeirão e é a sua própria curandeira.
E em cada poção, coloca o poder da natureza, abençoada plenamente pela força da grande Deusa!!!"

"A Bruxa é a pessoa que se abre para confiar no seu poder pessoal, que se coloca como protagonista da sua própria vida.
Ela é sacerdotisa de si mesma, mestra de si mesma. A Bruxa não precisa de líderes, ela sabe o que precisa e sabe onde encontrar. Ela monta suas magias e ela as realizará!!!"

(Pri Ferraz - Diário da Bruxa )




"As mulheres boas vão para o céu, as bruxas vão para onde elas quiserem."

"Nos ensinaram a ter medo das bruxas e não da igreja que as queimavam vivas."

(Paráfrase de Swami Raddhi)